domingo, 25 de setembro de 2011

Cânticos próprios para o 26º Domingo do Tempo Comum / Dominica XXVI per annum

Próprio autêntico (PDF)

Traduções do próprio em Português (GDrive) 

Ensinamentos do Papa Bento XVI sobre a humildade:



Missa Cantada em Canto Gregoriano e Latim Pelo Padre Armindo Borges, Na Igreja Do Santíssimo Sacramento, Em Lisboa, às 18 horas.

INTRÓITO

Omnia quae fecisti nobis, Domine
cf. Daniel 3, 31.29.30.43.42; V. Sal 47,2
Em tudo o que fizestes por nós, Senhor, sois justo, porque pecámos contra Vós e não obe­decemos aos vossos mandamentos. Mas dai glória ao vosso nome, e agi para connosco segundo a vossa infini­ta misericórdia. Grande é o Senhor e digno de todo louvor, na cidade do nosso Deus, no seu mon­te santo. Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio, agora e sempre, e pelos séculos do séculos. Ámen.

Cantado pelo francês:




Êste mesmo intróito, comentado por Bruder Jakob:
La traccia del cammino spirituale di questa domenica, e della successiva settimana, non è fornita dal salterio, bensì da stralci della preghiera con cui Azaria di fa portavoce dei tre giovani ebrei prigionieri del re Nabucodonosor (Dn 3, 31.29.30.41.42). L’intonazione sol-do do ... all’inizio del brano (Omnia quae fecisti), e della terza e ultima frase (et fac), riflette l’uso “tardivo” che ha innalzato il si al semitono superiore. Ciò nonostante è chiara l’impronta del III modo (mi autentico) che traspare nella melodia dove si alternano, quali note di riferimento e fulcro di recita, il si (talora, come all’inizio, innalzato al do) e il la. La preghiera procede attraverso ampie recitazioni che si alternano a sezioni in stile fiorito. Tra i nuclei melodici emergenti si possono segnalare i due archi con ascesa quilismatica su peccavimus tibi e da gloriam, disegno ripreso parzialmente su nomini tuo. Questi tre episodi sono al centro della supplica e sottolineano l’orientamento del cantore.
In primo luogo l’orante è consapevole che quanto D-i-o ha compiuto e ha permesso che accadesse è secondo giustizia. Giustizia che coniuga, saldamente insieme, verità e misericordia. Giustizia che illumina l’esistenza nei suoi lati positivi e, pure, evidenzia le profondità delle tenebre. Giustizia che riabilita il peccatore e lo rende giusto, lo orienta nella sequela del Giusto, lo rende capace di ascoltare e di incarnare la Parola.
Anche il cantore è cosciente del proprio peccato e del torto fatto a D-i-o (peccavimus tibi). Da Lui attende il perdono misericordioso, gesto attraverso il quale rifulge lo splendore del Nome.
Uno dei problemi centrali della vita di fede è il Nome. Solitamente si usa una parola corrente, “Dio”, con cui si rivela una relazione con il Signore di Abramo, Isacco, Giacobbe, con il Padre del Signore Gesù Cristo. È fin troppo facile pronunciare “Dio”. Sin dall’inizio siamo stati messi tutti in guardia “Non pronunciare invano il nome del Signore” (Es. 20, 7). Subito pensiamo a bestemmie, tutte da evitare. Ma... è possibile sentire delle imprecazioni urlate con una passione travolgente. I vocaboli sono orribili. Tuttavia, quale forza c’è in quelle parole, quale sentimento si rivela in modo improprio, ma pur sempre si rivolge esclusivamente a LUI. Mentre, al contrario, quante volte si rimane infastiditi dalla ripetizione meccanica, arida del bisillabo “dio” perché svuotato di ogni contenuto. È soltanto una formuletta pronunciata per abitudine, con lo sguardo che vaga nel vuoto mentre il cuore s’appisola o si rivolge a tutt’altro ...
Nel Medioevo s’è avvertito il pericolo dell’inflazione verbale, di quel ripetere vocaboli senza la partecipazione di cuore e mente. Sono state cercate nuove formulazioni, scoprendo vocaboli che illuminassero qualche aspetto del Nome, nei confronti del Padre, del Figlio, dello Spirito santo. Vocaboli che oggi suscitano sdegno, per colpa della nostra ignoranza, come quando incontriamo “Cristo verme”, dimenticando la dimensione dell’immortalità ribadita dal “verme”.
Ogni qualvolta il cantore incontra la parola “Dio” nei testi biblici e nella liturgia, non può fare a meno di fermarsi, di aprire la mano dell’accattone che tutto spera dal Nome. Mentre le labbra non sorvolano su “dio”, ma si fermano e, nell’adorazione, balbettano “D-i-o”.
28-IX-2014


Ou, no ano A, cf. Filip 2,10.8.11; V. Salmo 101,2
Ao nome do Senhor todos se ajoelhem, no céu, na terra e nos abismos: porque o Senhor se fez obe­di­ente até à morte, e morte de cruz. E portanto Je­sus Cristo é o Senhor, na glória de Deus Pai. Senhor, ouvi a minha oração, e o meu clamor chegue até Vós. Glória ao Pai...

Gravação dos Cantori Gregoriani In nomine Domini omne genu flectatur (0:00)


KYRIE & GLORIA XII (Pater cuncta)

ORAÇÃO COLECTA
Senhor, que dais a maior prova do vosso po­der quando perdoais e Vos compadeceis, der­ramai so­bre nós a vossa graça, para que, correndo pron­ta­mente para os bens prome­tidos, nos tornemos um dia participan­tes da felicidade celeste. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus con­vos­co na unidade do Espírito Santo.

LEITURA I
Ezequiel 18, 25-28
Leitura da Profecia de Ezequiel: Eis o que diz o Senhor: «Vós dizeis: ‘A maneira de proceder do Senhor não é justa’. Escutai, casa de Israel: Será a minha maneira de proceder que não é justa? Não será antes o vosso modo de proce­der que é injus­to? Quando o justo se afastar da justiça, praticar o mal e vier a morrer, mor­re­rá por causa do mal co­metido. Quando o peca­dor se afas­tar do mal que tiver realizado, pra­ti­car o direito e a justiça, salvará a sua vida. Se abrir os seus olhos e re­nun­ciar às faltas que tiver cometido, há-de viver e não morrerá».

GRADUAL RESPONSORIAL

Gradual Óculi ómnium transcrito para Português (PDF):

Salmo 144,15.V/.16
Os olhos de todos em Ti esperam, Senhor:
e Tu dás-lhes alimento no tempo oportuno.
V/. Tu abres a tua mão:
e enches todo o animal de bênçãos.



Ou, no ano A, Filip 2,8.9
Cristo fez-Se obediente por nós até a morte, e morte de cruz.
V/. Por isso Deus O exaltou e deu-Lhe um Nome que está acima de todo o nome.

Explicação e Gravação dos Cantori Gregoriani Christus factus est (a partir dos 8:10):


Transcrição para Português (MP3):



LEITURA II
Filipenses 2, 1-11
Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Filipenses. Irmãos: Se há em Cristo alguma consolação, algum conforto na caridade, se existe alguma comunhão no Espírito, alguns sentimentos de ternura e misericórdia, então completai a minha alegria, tendo entre vós os mesmos sentimentos e a mesma caridade, numa só alma e num só coração. Não façais nada por rivalidade nem por vanglória; mas, com humildade, considerai os outros supe­riores a vós mesmos, sem olhar cada um aos seus próprios interesses, mas aos interesses dos outros. Tende em vós os mesmos senti­mentos que havia em Cristo Jesus. Ele, que era de condição divina, não Se valeu da sua igualdade com Deus, mas aniquilou-Se a Si próprio. Assumindo a condição de servo, tor­nou-Se semelhante aos homens. Aparecen­do como homem, humilhou-Se ainda mais, obe­de­cendo até à morte, e morte de cruz. Por isso, Deus O exaltou e Lhe deu um nome que está acima de todos os nomes, para que ao nome de Jesus todos se ajoelhem, no céu, na terra e nos abismos, e toda a língua proclame que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai.


ALELUIA
Salmo 107,2
O meu coração está firme, ó Deus, o meu coração está firme: cantarei e salmodiarei na minha glória.

EVANGELHO
Mateus 21, 28-32
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus: Naquele tempo, disse Jesus aos prín­cipes dos sacerdotes e aos anciãos do povo: «Que vos parece? Um homem tinha dois filhos. Foi ter com o primeiro e disse-lhe: ‘Filho, vai ho­je tra­ba­lhar na vinha’. Mas ele respondeu-lhe: ‘Não que­ro’. Depois, porém, arrependeu-se e foi. O homem dirigiu-se ao segundo filho e falou-lhe do mesmo modo. Ele respondeu: ‘Eu vou, Se­nhor’. Mas de facto não foi. Qual dos dois fez a vontade ao pai?». Eles responderam-Lhe: «O pri­meiro». Jesus disse-lhes: «Em verdade vos digo: Os publicanos e as mulheres de má vida irão di­ante de vós para o reino de Deus. João Baptista veio até vós, ensinan­do-vos o caminho da jus­ti­ça, e não acre­di­tastes nele; mas os publicanos e as mu­lhe­res de má vida acreditaram. E vós, que bem o vistes, não vos arrependestes, acre­ditan­do nele».

CREDO III

ORAÇÃO UNIVERSAL
Irmãs e irmãos em Cristo: Oremos pelos filhos que dizem “sim” e por aqueles que só sabem dizer
“não” ao convite para trabalharem na vinha do Pai, e cantemos, todos juntos (...)
Senhor, Pai santo, fazei nascer em cada um de nós os mesmos sentimentos que havia em vosso Filho, que Se entregou à morte pelos homens.

OFERTÓRIO
Salmo 136,1.2
Às margens dos rios da Babilónia, nos assen­távamos chorando, lembrando-nos de ti, Sião.
Nos salgueiros daquela terra, pendurávamos, então, as nossas harpas.

Antífona e versículo cantados pelos Cantori gregoriani: Super flumina Babylonis (aos 6:50 mesma janela do intróito do ano A, em cima)

Outra gravação, pelo eslovaco, do mesmo ofertório:


ORAÇÃO SOBRE AS OBLATAS
Deus de misericórdia infinita, aceitai esta nossa oblação e fazei que por ela se abra para nós a fonte de todas as bênçãos. Por Cristo, Nosso Senhor.

PREFÁCIO DA ORAÇÃO EUCARÍSTICA
IIª Domingos T.C.
Senhor, Pai santo, Deus eterno e omnipotente, é verdadeiramente nosso dever, é nossa salvação dar-Vos graças, sempre e em toda a parte, por Cristo, nosso Senhor. Compadecido dos errados caminhos dos homens, dignou-Se nascer da Virgem Maria; com a sua morte na cruz, livrou-nos da morte eterna; com a sua ressurreição, deu-nos a vida imortal. Por isso, com os Anjos e os Arcanjos e todos os coros celestes, proclamamos a vossa glória, cantando numa só voz:

SANCTUS XII

ANTÍFONA DA COMUNHÃO
Salmo 118,49.50
Lembrai-vos da Vossa Palavra, Senhor, na qual me destes esperança: ela me consola durante a minha humilhação.

Gravação eslovaca - Memento verbi tui


Sôbre esta comunhão, escreveu Bruder Jakob:
Il Missale Romanum propone come secondo canto una citazione giovannea “In hoc cognovimus caritatem Dei …” (1 Gv 3, 16). La prima antifona coincide con la scelta del Graduale Romanum: “Memento verbi tui servo tuo, Domine, in quo mihi spem dedisti; haec me consolata est in humilitate mea” (Sal 118, 49-50).
La melodia in mi plagale (IV modo) comincia con il ribadire sei volte il valore del la dominante che sottolinea l’affermazione iniziale “Memento verbi tui”. La cadenza tipica di mi (mi-sol-fa-fa fa-mi) la prima volta ribalta la finale (mi-fa) per evidenziare la sospensione della frase. L’apice melodico (si) è raggiunto nella sezione finale su “me” e va compreso attraverso il ‘contrappunto’ che raggiunge il re grave sulle parole conclusive “in humilitate mea”.
Continua oggi l’accoglienza orante della Parola di D-i-o attraverso la ruminazione del salmo 118. Il cantore a nome di tutta la comunità provoca D-i-o, come se anche Lui – come noi uomini – fosse distratto, avesse la memoria corta e fluttuante, venisse meno agli impegni presi. Nelle parole del salmista ieri, e oggi della Chiesa, non c’è, tuttavia, arroganza né pretesa alcuna. Le parole, apparentemente improprie, sono in realtà l’espressione di quella fiducia illimitata richiesta dalla preghiera del Padre nostro. Sono parole che rivelano l’audacia del bimbo che tutto spera rivolgendosi al Padre.
Le radici nascoste di questo atteggiamento di fede affondano nell’umiltà, si nutrono di umiltà. Non piagnucolìo sterile, bensì lucida consapevolezza del proprio essere, del proprio avere, del proprio fare e sapere. Dove il primato si concentra sull’essere che trova spazio di libertà nell’amministrare in modo corretto le sostanze, nel fare per il bene altrui e proprio, nel sapere condiviso. Umiltà che sa inserirsi armonicamente al giusto posto con le funzioni che competono, senza cercare spasmodicamente e ad ogni costo l’ultimo posto. Dimenticando che gli estremi spesso coincidono e sono, comunque, sempre in evidenza.
Nella condizione di vita umile – cioè reale e vera – si apre l’orizzonte della speranza. Le Scritture tracciano il solco da percorrere e nel quale gettare con liberalità il seme del rinnovamento quotidiano. Nella forza dello Spirito ci si scopre amici di D-i-o con il dono di poter vivere al suo servizio nel collaborare all’opera sia della creazione sia della redenzione: mille e mille temi da trasformare in preghiera di lode e di domanda. Mille e mille attività per rendere la natura più benevola, il lavoro meno faticoso, la collettività più serena e accogliente. Si potrebbe parafrasare la preghiera di Gesù: “Rimetti a noi i nostri debiti, come noi li rimettiamo ai nostri debitori” in “Ricordati, o Padre, della tua Parola, come noi facciamo delle nostre parole: scintille di vita che illuminino l’esistenza di chi è immerso nelle tenebre, semi di speranza per chi si è arreso o sta per arrendersi”.
Memento verbi tui”: con il cuore e la mente ci immedesimiamo con le parole del cantore e ci rivolgiamo a D-i-o. Queste stesse parole salgono alla nostra mente e al nostro cuore da parte delle tante persone che abbiamo incrociato nella vita e alle quali, spesso senza rendercene conto, non abbiamo rivolto una parola di speranza. È ora di ricuperare le occasioni perdute e di inviare un messaggio con uno sguardo, un sorriso, una parola, un silenzio … un segno di quella solidarietà che attendiamo e “pretendiamo” da D-i-o.
 


ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
Fazei, Senhor, que este sacramento celeste
renove a nossa alma e o nosso corpo, para que, unidos a Cristo neste memorial da sua morte, possamos tomar parte na sua herança gloriosa. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

ITE MISSA EST XII
Imprimir 26º Domingo do Tempo Comum




Sem comentários:

Enviar um comentário

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Por favor comentai dando a vossa opinião ou identificando elos corrompidos.
Podeis escrever para:

capelagregorianaincarnationis@gmail.com

Print Desejo imprimir este artigo ou descarregar em formato PDF Adobe Reader

Esta ferramenta não lida bem com incrustrações do Sribd, Youtube, ou outras externas ao blog. Em alternativa podeis seleccionar o texto que quiserdes, e ordenar ao vosso navegador que imprima somente esse trecho.

PROCURAI NO BLOG